Demonstração do projeto realizado
Inguinal · Umbilical · Incisional Correção com tela

Cirurgia de Hérnia (Hernioplastia)

Correção de hérnia inguinal, umbilical e incisional com reforço de tela cirúrgica, por via laparoscópica ou aberta — a técnica é definida caso a caso, conforme tamanho, localização e histórico do paciente.

Sala cirúrgica equipada para hernioplastia Centro cirúrgico — imagem ilustrativa
Quando a cirurgia é indicada

Sinais de hérnia que merecem avaliação

Hérnias não regridem sozinhas e tendem a aumentar com o tempo. A cirurgia é indicada, principalmente, diante de:

  • Abaulamento visível na virilha, umbigo ou próximo a cicatriz cirúrgica anterior
  • Dor ou desconforto que piora ao ficar em pé, tossir ou fazer esforço
  • Aumento progressivo do volume da hérnia ao longo dos meses
  • Dor súbita e intensa com abaulamento que não reduz — sinal de urgência

Como é feita a cirurgia

Na correção laparoscópica, o cirurgião trabalha por pequenas incisões guiadas por câmera, reforçando a parede abdominal com uma tela cirúrgica que evita a recidiva. Em hérnias maiores, incisionais ou em pacientes com cirurgias abdominais prévias extensas, a técnica aberta pode ser a mais indicada — a decisão é sempre conversada na consulta, com base em exame físico e, quando necessário, exame de imagem.

Recuperação esperada

Dia 0

Cirurgia e alta

Procedimento dura entre 45 e 90 minutos, a depender da complexidade. Alta no mesmo dia ou na manhã seguinte.

Dias 1–5

Repouso relativo

Evitar esforço abdominal e carregar peso. Caminhadas leves são liberadas desde o primeiro dia.

Dias 7–14

Retorno ao trabalho

Atividades de escritório costumam ser liberadas nesse período; esforço físico segue restrito.

Semana 4–6

Esforço físico liberado

Retorno gradual à academia e atividades de maior impacto, conforme avaliação individual.

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre a cirurgia de hérnia

O uso de tela cirúrgica reduz bastante o risco de recidiva comparado à sutura simples. Seguir as orientações de repouso e evitar esforço precoce também é determinante para o resultado a longo prazo.

As telas utilizadas são biocompatíveis e integram-se ao tecido do paciente. Reações adversas são raras e, quando ocorrem, são discutidas e manejadas no acompanhamento pós-operatório.

Sim, na maioria dos casos a correção bilateral é feita no mesmo procedimento, especialmente pela via laparoscópica — isso é avaliado já na primeira consulta.

Nem sempre — hérnias pequenas e sem sintomas podem ser acompanhadas. Mas hérnias que doem, crescem ou não reduzem precisam de avaliação para descartar risco de estrangulamento, que é uma urgência.

Percebeu um abaulamento ou dor na virilha e no abdômen?

Agende uma avaliação para saber se é hérnia e qual a técnica mais indicada para o seu caso.