Correção de hérnia inguinal, umbilical e incisional com reforço de tela cirúrgica, por via laparoscópica ou aberta — a técnica é definida caso a caso, conforme tamanho, localização e histórico do paciente.
Centro cirúrgico — imagem ilustrativa
Hérnias não regridem sozinhas e tendem a aumentar com o tempo. A cirurgia é indicada, principalmente, diante de:
Na correção laparoscópica, o cirurgião trabalha por pequenas incisões guiadas por câmera, reforçando a parede abdominal com uma tela cirúrgica que evita a recidiva. Em hérnias maiores, incisionais ou em pacientes com cirurgias abdominais prévias extensas, a técnica aberta pode ser a mais indicada — a decisão é sempre conversada na consulta, com base em exame físico e, quando necessário, exame de imagem.
Procedimento dura entre 45 e 90 minutos, a depender da complexidade. Alta no mesmo dia ou na manhã seguinte.
Evitar esforço abdominal e carregar peso. Caminhadas leves são liberadas desde o primeiro dia.
Atividades de escritório costumam ser liberadas nesse período; esforço físico segue restrito.
Retorno gradual à academia e atividades de maior impacto, conforme avaliação individual.
O uso de tela cirúrgica reduz bastante o risco de recidiva comparado à sutura simples. Seguir as orientações de repouso e evitar esforço precoce também é determinante para o resultado a longo prazo.
As telas utilizadas são biocompatíveis e integram-se ao tecido do paciente. Reações adversas são raras e, quando ocorrem, são discutidas e manejadas no acompanhamento pós-operatório.
Sim, na maioria dos casos a correção bilateral é feita no mesmo procedimento, especialmente pela via laparoscópica — isso é avaliado já na primeira consulta.
Nem sempre — hérnias pequenas e sem sintomas podem ser acompanhadas. Mas hérnias que doem, crescem ou não reduzem precisam de avaliação para descartar risco de estrangulamento, que é uma urgência.